Mais – estou preguiçosa e friorenta como um gato.
É, por isso, dia de sair do trabalho e ir abastecer a
dispensa – não só de comida para a semana, mas também, e mais importante
neste caso, um saco de maçãs, farinha e açúcar amarelo. Para a terapia.
Depois, é chegar a casa e fazer crumble de maçã, com nota especial para o francês, o E., que um destes dias partilhou heroicamente um dos seus dois crumbles (de compra) comigo. Heroicamente porque ficou sem nenhum, e afirma que podia viver só a comer este doce. Portanto, imaginam o sacrifício.
Depois, é chegar a casa e fazer crumble de maçã, com nota especial para o francês, o E., que um destes dias partilhou heroicamente um dos seus dois crumbles (de compra) comigo. Heroicamente porque ficou sem nenhum, e afirma que podia viver só a comer este doce. Portanto, imaginam o sacrifício.
E depois é momento de um duche e de me preparar uma refeição leve (que não
vou comer no quarto, por maior que seja a tentação) e enfiar-me na cama a
escrever, porque a vontade anda louca. E quando essa fonte secar, cubro a
cabeça com os lençóis e encho-a com as histórias das séries que o papá me tem
mandado, como beijinhos na testa, até adormecer.
Abrace-se a tristeza. Aceite-se que ela está lá, porque está. Mas não se desista.
Ou então: se a vida te dá limões e não te apetece limonada, faz antes um cocktail.
Ou então: se a vida te dá limões e não te apetece limonada, faz antes um cocktail.
Gostei muito, não deixas os dias tristes te dominarem e dás a volta por cima :)
ResponderEliminarM.